domingo, 12 de julho de 2015
MULHER:::::::::::*************** !
como mulher !
criado e desejada...
para o amor;
no caminho,
que preenche seus atos,
uma história para viver !
Companheira para a vida...
hoje desejada, mulher sem idade !
com crença e saudades...
da juventude...
Bebeu do cálice da vida !
milagres sem vontades,
transporta emoções,
com coragem...
no caminho do tempo,
e da saudade.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Sonhos *************
As vezes sonho com,
teus olhos
No escuro deste mar...
e no céu,
Nascem estelas,
onde se acende
e brilha a luz.
O mar e tu.
Sentir o mar
ao longe...
no nevoeiro,
o teu olhar,
suplicar...
beijo comprometido,
dos amantes
gemidos e carícias.
Dói e canta cá dentro.
Tem ligações do mar
os gemidos das estrelas
a suplicar...
teus olhos
No escuro deste mar...
e no céu,
Nascem estelas,
onde se acende
e brilha a luz.
O mar e tu.
Sentir o mar
ao longe...
no nevoeiro,
o teu olhar,
suplicar...
beijo comprometido,
dos amantes
gemidos e carícias.
Dói e canta cá dentro.
Tem ligações do mar
os gemidos das estrelas
a suplicar...
domingo, 14 de junho de 2015
sábado, 13 de junho de 2015
A DEMORA
O amor nos condena
demoras
mesmo quando chego tarde.
Porque não é no tempo que eu te espero.
Espero-te antes de haver vida,
e és tu quem faz nascer os dias.
Quando chegas
já não sou senão saudade
e as flores
tombam-me nos braços
para dar cor ao chão em que te ergues.
Perdido o lugar
em que te aguardo,
só me resta água no lábio
para aplacar a tua sede.
Envelhecida a palavra,
tomo a tua por minha boca
e a noite, já sem voz
se vai despedindo de ti.
O teu vestido tomba
e é uma nuvem.
O teu corpo se deita no meu,
um rio se vai aguardando até ser mar.
" MIA COUTO "
demoras
mesmo quando chego tarde.
Porque não é no tempo que eu te espero.
Espero-te antes de haver vida,
e és tu quem faz nascer os dias.
Quando chegas
já não sou senão saudade
e as flores
tombam-me nos braços
para dar cor ao chão em que te ergues.
Perdido o lugar
em que te aguardo,
só me resta água no lábio
para aplacar a tua sede.
Envelhecida a palavra,
tomo a tua por minha boca
e a noite, já sem voz
se vai despedindo de ti.
O teu vestido tomba
e é uma nuvem.
O teu corpo se deita no meu,
um rio se vai aguardando até ser mar.
" MIA COUTO "
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