quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

OFRENDA DE VIOLETAS


São Borboletas****************


Esvoaçam borboletas,
Lindas de várias cores,
Pousam nas violetas,
em rimas de amores !
São perfumosas ...,
São bravias de multicores !

Nos campos silvestres,
Brilha um sol cintilante !
Sobre violetas em sintonia,
Vibram esperando o beijo
da borboleta...
Tal como os amantes !

Pousam em cada flore,
A sugar o pólen, como um beijo,
Lindas leves, a esvoaçar...
Levando o néctar segregado,
Em uma simbiose,
Como dois amantes enroscados.

sábado, 29 de novembro de 2014

TE DIGO ADIOS


********** Adiós Amor **********

A veces pienso en,
hacerte un regalo.
No será mas rosas,
No será una carta o
un poema de amor.

Será mi despedida,
aquella que tal vez deseas,
  Pienso en lo bello que
      puede ser.
Para ti un obsequio así,
aunque para mi sea el fin.

Com lágrimas en los
ojos y viendo al ciélo
he decido despedirme de ti,
de este amor que me humilla,
que me lastima, que me engaña.

Amor me voy porque,
aunque puse toda de mi,
parte para que esto no pasara,
al parecer no logré,
nunca supiste valorar
todo el amor que yo te daba,
todo lo que hice
y hubiera hecho por tí,
por una bonita palabra,
por una carícia.

    El Poeta lo creo que sea  " Joán Manuel Serrat "

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

«««««««««« Frustação »»»»»»»»»»

Foi bonito,
O meu sonho de amor.
Floriram em redor,
Todos os campos em pousio.
Um sol de Abril brilhou em pleno estio,
Lavado e promissor,
Só que não houve frutos,
Dessa primavera,
A vida disse que era,
Tarde demais,
E que as paixões tardias,
São ironias,
Dos deuses desleais.

       Miguel  Torga.

domingo, 23 de novembro de 2014

.......... Não há volta ..........


     Ao caminhar por aí...
Sem rumo, nem destino,
    Que vejo !
Que vulto é aquele ?
   É-me familiar...
O coração saltou no peito!
Meu corpo estremece,
Não... não pode ser...
    Meu amor partiu,
Já não pode voltar...

    Do mundo do além...
Ainda jamais alguém regressou,
     Nem por quem muito amou!
Foi uma ida prematura...
     Ficando na solidão,
E no coração muita amargura...

Ao escrever o que sinto,
Não desvanece  a minha dor,
Não houve despedida...
Nem um adeus sequer...
Pinto paisagens com o que sinto,
Para apaziguar minha dor !