sexta-feira, 14 de novembro de 2014

##### Uma Caçada #####


  Á beira do pântano de água  salgada,
aproxima-se o som , e era ainda,
      longínquo...
não podia dizer-se de onde vinha,
Talvez fosse apenas o vento... ou nada!
Esperou-se um pouco mais,
ficou escuro,
nem se via a mira da espingarda !

Escuro demais para caçar,
aguardou-se pela alvorada!
     nada a fazer,
Aproximou-se do pântano,
apenas se viu pegadas,
longas em forma de coração...
Havia também de rinoceronte!

Por entre a folhagem,
vi uns olhos brilhantes...
fiz pontaria, logo desisti...
Era um belo animal, possante!
com uns belos chifres em espiral,
fugindo para a selva...

Escurecia...
sentia-se o vento da noite,
aspirando o agradável aroma
das noites de África !
Sentia-me inteiramente feliz.

domingo, 9 de novembro de 2014

^^**^^--- Ausência --- ^^**^^


          Estou por aqui perdida,
 No vazio que deixaste,
        A dor me consome,
Em cada segundo da tua ausência,
       A cada dia que partiste,
Como que uma inexistência...
      Algo efêmero,
Que passou como um vendaval,
       Duvidando da  duração...
Seria apenas um delírio...
       Uma alucinação?
Como que perceção ou intuição!
        De um amor... talvez...
 Que nunca existiu !


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Nana Mouskouri THE ROSE


===== O Pior Medo é o Medo de Nós Próprios =====

O medo é muitas vezes o muro que impede as pessoas de fazerem uma série de coisas.
    Claro que o medo também pode ser positivo,
em certa medida ajuda, a que se equilibrem alguns elementos,
e se tenham certas coisas em consideração,
Mas na maior parte dos casos é negativa, é algo que nos faz mal. ( ... )
O pior medo é o medo de nós próprios e a pior opressão é a auto-opressão.
Antes de se tentar lutar contra qualquer coisa,
penso que é importante lutarmos contra ela, e conquistarmos a liberdade
de não termos medo de nós próprios.

       José  Luis  Peixoto

sábado, 1 de novembro de 2014

/ * \ + / SECRETO***JARDIM \ + / * \

Quem Sou ?

Alguém que passou...
Será um bosque ?
Que por aqui andou ?

Ou um jardim que ficou ?
    Parado  no  tempo !
Que o escravizou...

Em belas avenidas; Serpenteadas...
Rodeadas no encanto das flores...
       E o encanto ficou !

E assim perdura para todo o sempre !
    Perdido no tempo e no vento,
    E no esquecimento !
Será que por aqui alguém ficou...?