domingo, 9 de novembro de 2014

^^**^^--- Ausência --- ^^**^^


          Estou por aqui perdida,
 No vazio que deixaste,
        A dor me consome,
Em cada segundo da tua ausência,
       A cada dia que partiste,
Como que uma inexistência...
      Algo efêmero,
Que passou como um vendaval,
       Duvidando da  duração...
Seria apenas um delírio...
       Uma alucinação?
Como que perceção ou intuição!
        De um amor... talvez...
 Que nunca existiu !


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Nana Mouskouri THE ROSE


===== O Pior Medo é o Medo de Nós Próprios =====

O medo é muitas vezes o muro que impede as pessoas de fazerem uma série de coisas.
    Claro que o medo também pode ser positivo,
em certa medida ajuda, a que se equilibrem alguns elementos,
e se tenham certas coisas em consideração,
Mas na maior parte dos casos é negativa, é algo que nos faz mal. ( ... )
O pior medo é o medo de nós próprios e a pior opressão é a auto-opressão.
Antes de se tentar lutar contra qualquer coisa,
penso que é importante lutarmos contra ela, e conquistarmos a liberdade
de não termos medo de nós próprios.

       José  Luis  Peixoto

sábado, 1 de novembro de 2014

/ * \ + / SECRETO***JARDIM \ + / * \

Quem Sou ?

Alguém que passou...
Será um bosque ?
Que por aqui andou ?

Ou um jardim que ficou ?
    Parado  no  tempo !
Que o escravizou...

Em belas avenidas; Serpenteadas...
Rodeadas no encanto das flores...
       E o encanto ficou !

E assim perdura para todo o sempre !
    Perdido no tempo e no vento,
    E no esquecimento !
Será que por aqui alguém ficou...?

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

~~~~~~ NUNCA ~~~~~~


Havia ciúmes ?
Ele os provocava...
Era perturbador...
Deu-lhe pena;
Pegou-lhe e abraçou-o;
Já calmo, exclamou !
Anda amor...
São meadas de sonhos...
Que dizes ?
Sim... Nós já sabemos,
Um pouco da história,
São dissonâncias da vida!
Tudo são minúcias de pessoas,
Que não sabem o que é o amor,
Sem nunca sequer, o terem feito...

sábado, 25 de outubro de 2014

# # " Expandir " # #

Diminuir para um mundo de sonhos,
E forçado a tocar uma segunda Rebeca,
Presença física e avassaladora,
Pela força de um corpo em paraíso;
A flauta mágica... !
Exaurindo a capacidade da sua experiência de vida,
Enquanto as velas encapeladas ,
Nas primeiras horas da neblina matinal !
Pela força heterogéneo...
O barco, inerte ,ignorado, á deriva...
Na entrada da baía...
Ele de sentinela na proa do navio,
Ignorando o que o rodeava.

Encontra-se na sua  génese:
Afastar-se um pouco é mais fácil...
Nós apenas vimos as minudências da história,
Ninguém nos contou nada,
Ouvimos rumores ; as pessoas contam  memórias,
Seja do que for preciso;
E tudo é mais fácil no ponto de partida,
Não se sabendo as suas origens !